TOP 10

Para quem tiver interesse em ler mais do blog, aqui estão meus 10 posts favoritos dentre os que escrevi:

1) Cultura de estupro: “Rafinha é um de muitos a declarar guerra ao “politicamente correto”. Não vou entrar nessa discussão aqui (…). Quero discutir como esse tipo de humor se configura numa violência simbólica e faz parte da cultura de estupro.”

2) Kazuo Ishiguro: “O que os dois livros têm em comum são sua estrutura e sua sutileza. Ambos são narrados em primeira pessoa como relatos das lembranças dos personagens principais. Ishiguro retrata bem a forma não-linear como a memória se organiza, como uma lembraça puxa a outra, como detalhes às vezes se misturam, ou são inteiramente fabricados.”

3) As relíquias da morte: “Eu tinha 12 anos quando li o primeiro Harry Potter. Lembro de pescar o livro de uma mesa toda tomada de cópias da Pedra Filosofal na Saraiva da 7 de Setembro. O segundo, peguei emprestado de uma amiga nesse mesmo ano.”

4) Em nome do pai: “Faz sentido promover o maior envolvimento dos pais com seus filhos, mudando a percepção de que a reponsabilidade de seu cuidado é exclusiva ou predominantemente da mulher. Também faz sentido assegurar os direitos dessas crianças a pensões e heranças. Contudo, não parece ser esse o raciocínio por trás do projeto.”

5) O problema da infantilização: “Também tenho que admitir que há algo infantil em se ser nerd. Não num sentido negativo, mas no sentido de demonstrar um entusiasmo infantil sobre as coisas que nos interessam. (…) O que de vez em quando entra em conflito com meus ideais feministas.”

6) A Época e os ateus: “Este artigo da Revista Época argumenta que a expansão das igrejas neopentecostais tem tornado o Brasil mais religioso e que isso, por sua vez, tem tornado a vida mais difícil para ateus. Na minha opinião, é uma discussão importante colocada em termos equivocados.”

7) Babel fish: “‘Excuse me, but can I be you for a while?’ O primeiro verso da música mais famosa de Tori Amos me veio à mente quando estava lendo esta resenha de um livro sobre tradução.”

8) A pseudo-ciência da saúde: “É uma campanha a favor da inclusão da homeopatia, acupuntura, fitoterapia e antroposofia no SUS. (…) Isso pode ser muitas coisas; ciência, certamente, não é.”

9) His Dark Materials: “Minha casa sempre foi cheia de livros. Na verdade, acho que nosso apartamento sempre teve como principal função guardar livros. Todo o resto é secundário.”

10) Como discutir a identidade de gênero da pior forma possível: “Quantos absurdos pode conter uma matéria? Esta do G1 parece estar tentando quebrar recordes”

Bônus: The pale blue dot, que traz minha tradução do texto clássico (e belíssimo) do astrônomo Carl Sagan.

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